Dilatação das veias do ânus e reto, causando dor, sangramento e desconforto. Podem ser tratadas com ligadura elástica, laser de CO₂ ou diodo, hemorroidopexia com grampeador ou cirurgia convencional. As técnicas minimamente invasivas oferecem menos dor e recuperação mais rápida.
Pequeno corte no ânus que provoca dor intensa ao evacuar. O tratamento pode incluir orientações intestinais, aplicação de toxina botulínica para relaxar a musculatura ou esfincterotomia em casos crônicos. O laser pode ser usado como complemento em situações específicas.
Canal anormal entre o interior do ânus e a pele ao redor, geralmente resultado de abscesso. É tratada com técnicas que preservam o esfíncter, uso de laser para fechar o trajeto, seton ou avanço de mucosa. O objetivo é resolver a fístula com segurança e reduzir recidivas.
Inflamação ou infecção na região do cóccix, com dor e secreção. Pode exigir drenagem e, em casos recorrentes, cirurgia minimamente invasiva ou laser para remover o tecido afetado e diminuir o risco de retorno.
Dificuldade persistente para evacuar, com fezes endurecidas e esforço. Envolve avaliação clínica, ajuste alimentar, medicações, fisioterapia pélvica e, quando necessário, exames como colonoscopia para investigar causas.
Perda involuntária de gases ou fezes. O tratamento inclui reabilitação do assoalho pélvico, biofeedback e, em situações selecionadas, procedimentos cirúrgicos para restaurar o controle anal.
Doença inflamatória intestinal crônica que causa dor abdominal, diarreia e perda de peso. O cuidado envolve controle medicamentoso, acompanhamento contínuo e cirurgia quando há complicações como estenoses ou fístulas.
Doença comum e prevenível com rastreamento. A colonoscopia detecta e remove pólipos antes que evoluam para câncer. O tratamento pode incluir cirurgias intestinais com técnicas modernas e minimamente invasivas para maior segurança e melhor recuperação.
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